Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS: quais os benefícios?

A Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS é a resposta prática e estratégica para um novo momento nas empresas: o da saúde mental como prioridade na gestão de riscos.
Essa mudança de foco não aconteceu por acaso. Trata-se de um resultado direto das transformações que vêm impactando a área de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) no Brasil nos últimos anos.
Uma das mais relevantes foi a atualização da NR-1, que instituiu o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) como obrigatoriedade para todas as empresas.
Essa mudança trouxe um marco: não basta mais mapear riscos óbvios, como quedas, ruídos ou agentes químicos, aspectos normalmente incluídos em um mapa de riscos ocupacionais convencional.
Agora, os riscos psicossociais — aqueles relacionados à saúde mental, às condições emocionais e sociais de trabalho — também precisam ser identificados, avaliados, priorizados e documentados.
E é justamente nesse ponto que a Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS surge como uma solução inovadora. Mais do que um recurso tecnológico, é uma evidência prática que fecha o ciclo do PGR: coleta, análise, priorização e plano de ação.
Quer entender melhor como funciona na prática? Neste post, você confere:
- qual a importância da Matriz de Risco Psicossocial;
- o que são riscos psicossociais;
- o que é a Matriz de Risco Psicossocial;
- por que utilizar uma Matriz de Riscos Psicossociais;
- como construir uma matriz de riscos psicossociais;
- quais as funcionalidades da Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS;
- os benefícios da Matriz de Risco Psicossocial para empresas;
- casos de uso da Matriz de Risco Psicossocial;
- planos de ação sugeridos pela Matriz de Risco Psicossocial;
- e os diferenciais da Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS.
Vamos lá?
Qual a importância da Matriz de Risco Psicossocial?
A atualização da NR-1 deixou claro: todas as empresas precisam demonstrar, com evidências, que fazem a gestão dos riscos ocupacionais, o que inclui os riscos psicossociais. Ou seja, é necessário:
- elaborar um inventário que contemple também os fatores psicossociais;
- classificar os riscos por grau de criticidade (leve, moderado, crítico);
- construir planos de ação preventivos e corretivos;
- garantir evidências documentais de todo o processo.
Diante disso, aplicar questionários isolados ou arquivar relatórios avulsos já não é suficiente. A empresa deve saber exatamente quais riscos enfrenta, quais têm maior impacto e quais medidas estão em andamento, e estar pronta para comprovar tudo em auditorias ou fiscalizações.
O problema é que os riscos psicossociais trazem desafios únicos, já que:
- são invisíveis (não aparecem em exames laboratoriais ou equipamentos);
- têm causas multifatoriais (pressão de prazos, cultura organizacional, clima, liderança);
- impactam diretamente a saúde mental, o engajamento e a produtividade.
É por isso que a solução da Mapa HDS é tão relevante. A ferramenta estrutura todo esse processo de forma prática e organizada: coleta os dados, classifica os riscos, orienta planos de ação e gera relatórios objetivos e auditáveis.
Ou seja, transforma uma exigência normativa em uma estratégia concreta de gestão, funcionando como um mapa de avaliação de risco robusto, com benefícios reais para o negócio e para as pessoas.
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O que são riscos psicossociais?
São fatores relacionados à organização do trabalho, ao ambiente social e às exigências emocionais que podem prejudicar a saúde e a segurança do trabalhador. Exemplos práticos incluem:
- exigências laborais excessivas (sobrecarga, pressão por metas, falta de pausas);
- falta de recursos organizacionais (apoio de liderança, clareza de papéis, feedback);
- problemas de identificação laboral (baixa valorização, desalinhamento cultural);
- saúde emocional e bem-estar fragilizados (ansiedade, depressão, esgotamento);
- clima de respeito e confiança abalado (conflitos, assédio moral);
- problemas psicossomáticos (gastrite, hipertensão, insônia).
Segundo a ISO 45003, norma internacional sobre saúde psicológica e segurança no trabalho, o gerenciamento desses riscos é fundamental para garantir ambientes laborais saudáveis e produtivos, sendo parte essencial de um mapa de risco na segurança do trabalho atualizado.
Até porque esses fatores não apenas adoecem trabalhadores, mas custam caro para as empresas: absenteísmo, turnover, queda de produtividade, ações trabalhistas e passivos previdenciários.
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O que é a Matriz de Risco Psicossocial?
É uma ferramenta que transforma dados do inventário psicossocial em uma visualização clara e estratégica dos riscos ligados à saúde mental e ao ambiente de trabalho. Seu objetivo é identificar, classificar e priorizar os riscos psicossociais com base em dois eixos principais: probabilidade e severidade.
- Probabilidade (P): representa a chance de o risco ocorrer, com base no percentual de trabalhadores expostos a situações críticas. Vai de raríssimo a muito frequente;
- Severidade (S): avalia o impacto do risco na saúde, segurança e produtividade. Os níveis variam desde um desconforto leve até diagnósticos clínicos graves ou até judicializações.
A combinação desses dois fatores (R = P x S) gera um escore de risco que varia de 1 a 25, classificando cada risco em cinco níveis:
- Aceitável;
- Moderado;
- Significativo;
- Crítico;
- Intolerável.
Esse resultado da Matriz de Risco Psicossocial é geralmente apresentado em gráficos de calor, que facilitam a leitura imediata dos riscos mais graves e ajudam na tomada de decisões. Cada ponto da matriz é posicionado de acordo com:
- Eixo X representa a severidade: o impacto potencial de cada risco psicossocial identificado;
- Eixo Y representa a probabilidade: a chance de o risco se concretizar com base em dados objetivos.
Como é calculada a Matriz de Risco Psicossocial?
Depois de identificar e mapear os riscos psicossociais, o próximo passo é calcular a sua criticidade. Esse cálculo cruza dois fatores: a frequência com que o risco aparece e a gravidade do seu impacto, para gerar um escore numérico que orienta a prioridade de ação.
Tudo começa com o levantamento de informações por meio de questionários psicossociais, entrevistas e observações. Os dados devem refletir a percepção dos trabalhadores sobre fatores como pressão por resultados, exaustão emocional, clima de confiança e apoio da liderança.
Com base no cálculo da Matriz de Risco Psicossocial, cada risco identificado recebe duas notas:
- Probabilidade (P): representa o percentual de trabalhadores expostos àquele risco;
- Severidade (S): representa o nível de impacto gerado por esse risco.
A fórmula é simples: R = P x S
Por exemplo, um risco com probabilidade 4 (frequente) e severidade 5 (muito grave) terá um escore de 20. O escore final é inserido na matriz (geralmente 5×5), em que cada faixa numérica corresponde a um nível de risco.
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Quais são as classificações da Matriz de Risco Psicossocial?
A matriz utiliza os eixos de probabilidade (frequência ou exposição) e severidade (nível de impacto) para classificar os riscos em cinco categorias: aceitável, moderado, significativo, crítico e intolerável.
Confira na tabela a seguir quais são as classificações da Matriz de Risco Psicossocial:
| Escore (P x S) | Nível de risco | Cor na Matriz | Ação recomendável |
| 1-5 | Aceitável | Verde | Monitoramento |
| 6-10 | Moderado | Amarelo | Medidas preventivas |
| 11-15 | Significativo | Laranja | Ações corretivas |
| 16-20 | Crítico | Vermelho | Intervenção urgente |
| 21-25 | Intolerável | Vermelho intenso | Ação imediata e estruturada |
Com os riscos classificados, a empresa consegue definir quais exigem resposta imediata, quais podem ser acompanhados ao longo do tempo e quais já estão sob controle. O resultado é uma gestão mais eficiente, com decisões orientadas por dados e alinhadas às exigências da NR-1.
Por que utilizar uma Matriz de Riscos Psicossociais?
A adoção de uma Matriz de Riscos Psicossociais traz vantagens em múltiplas frentes, como:
- Priorização de ações;
- Gestão orientada por dados;
- Atendimento às normas e legislações;
- Prevenção de passivos trabalhistas;
- Cultura organizacional saudável.
Entenda!
1. Priorização de ações
Permite identificar de forma clara quais riscos devem ser tratados com urgência, otimizando tempo, recursos e esforços das equipes de RH e SST.
2. Gestão orientada por dados
Transforma percepções subjetivas em indicadores objetivos, com base em instrumentos validados cientificamente.
3. Atendimento às normas e legislações
É uma aliada fundamental na conformidade com a NR-1, NR-17 e ISO 45003, além de ser um item valorizado em auditorias e certificações.
4. Prevenção de passivos trabalhistas
Ao documentar riscos e planos de ação, reduz vulnerabilidades jurídicas e demonstra diligência da empresa na proteção de seus trabalhadores.
5. Cultura organizacional saudável
Ao sinalizar fatores de risco com antecedência, contribui para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável, produtivo e colaborativo.
Como construir uma matriz de riscos psicossociais?
Embora alguns ainda usem planilhas manuais ou adotem um mapa de risco de empresa em formato estático, o ideal é que esse processo seja automatizado e integrado às práticas de SST e RH. De modo geral, os passos são:
- Identificação dos riscos psicossociais;
- Análise de probabilidade;
- Análise de severidade;
- Cruzamento de dados;
- Geração de plano de ação.
A seguir, veja o que considerar em cada uma dessas etapas.
1. Identificação dos riscos psicossociais
Feita por meio de instrumentos de avaliação psicossocial que medem dimensões como exaustão emocional, relações interpessoais, segurança no trabalho, entre outras.
2. Análise de probabilidade
Avalia com que frequência um determinado risco é percebido ou relatado, com base em dados coletados nas avaliações.
3. Análise de severidade
Define o grau de impacto que o risco pode gerar sobre a saúde mental e a segurança dos trabalhadores. Pode ser definido por critérios técnicos, históricos de adoecimento e parâmetros clínicos.
4. Cruzamento de dados
Atribui os dados em uma matriz 5×5 ou 4×4, classificando os riscos como:
- Aceitável
- Moderado
- Significativo
- Crítico
5. Geração de plano de ação
Cada risco identificado deve ter uma resposta: medidas de controle, acompanhamento, intervenções organizacionais ou encaminhamento clínico, quando necessário.
Quais as funcionalidades da Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS?
De acordo com os anexos fornecidos (painel, relatórios e apresentações), a solução da Mapa HDS oferece:
- classificação visual por cores: verde (aceitável) a vermelho (intolerável);
- gráficos de calor interativos para rápida interpretação por grupos, funções ou unidades;
- relatórios exportáveis em PDF, prontos para auditorias, perícias e fiscalizações;
- planos de ação sugeridos para cada nível de risco, organizados em curto, médio e longo prazo;
- histórico comparativo, permitindo monitorar a evolução ao longo do tempo;
- integração direta ao Inventário Psicossocial e ao PGR/GRO;
- conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), garantindo anonimização de dados.
Além desses recursos, a ferramenta se destaca pela profundidade e flexibilidade da avaliação:
- avaliação de 32 dimensões psicossociais com base em dados objetivos;
- aplicação individual ou em grupo;
- resultados por setor, função ou nível hierárquico;
- probabilidade automática gerada com base nos dados coletados;
- severidade ajustável pelo usuário conforme critérios internos;
- sugestões automáticas de plano de ação;
- visualizações por GHE, unidades ou cargos.
Agora que você já sabe quais são as funcionalidades da Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS, veja a seguir como interpretar as prioridades e agir com assertividade diante dos riscos identificados.
Como interpretar as prioridades na matriz?
A interpretação se baseia no cruzamento entre probabilidade (chance de o risco ocorrer) e severidade (impacto gerado), como determina a NR-1. O escore resultante (R = P x S) é representado por cores, o que facilita a identificação dos riscos que exigem atenção imediata.
Veja alguns exemplos práticos dos relatórios e painéis analisados:
- Saúde Emocional e Bem-estar → Probabilidade 4 x Severidade 5 = 20 (Crítico);
- Exigências Laborais → 4 x 4 = 16 (Crítico);
- Identificação Laboral → 3 x 2 = 6 (Moderado).
Esses exemplos mostram como a matriz deixa evidente em quais áreas é preciso agir primeiro. Enquanto a “Identificação Laboral” pode ser acompanhada e trabalhada a médio prazo, áreas como Saúde Emocional e Exigências Laborais exigem intervenção imediata.
Quais os benefícios da Matriz de Risco Psicossocial para empresas?
Além da conformidade, a matriz traz ganhos estratégicos, como:
- segurança jurídica: relatórios claros evitam questionamentos em ações trabalhistas.
- prevenção de adoecimentos: redução de casos de burnout, ansiedade e depressão.
- redução de custos: menos afastamentos, absenteísmo e passivos previdenciários.
- clareza para gestores: RH e SST sabem exatamente em que áreas priorizar ações.
- valorização institucional: demonstra compromisso com saúde mental e sustentabilidade organizacional.
- base sólida para decisões estratégicas, ao transformar riscos invisíveis em dados concretos que apoiam políticas de bem-estar, clima e desempenho organizacional.
Confira outros benefícios da Matriz de Risco Psicossocial para empresas a seguir!
Conformidade com a NR-1
A matriz é uma evidência prática porque fecha todas as etapas do ciclo exigido pela NR-1:
- Inventário de riscos → base de dados coletados pelo Inventário Psicossocial.
- Avaliação/classificação → cruzamento de probabilidade x severidade.
- Priorização → níveis claros de criticidade (aceitável → intolerável).
- Plano de ação → recomendações estruturadas para mitigação.
- Documentação → relatórios exportáveis em PDF, aceitos em auditorias.
Ou seja, a matriz não apenas identifica, mas transforma a avaliação em prova documental — essencial em inspeções e fiscalizações.
Papel estratégico para RH e SST
Outro ponto forte, presente nos materiais da Mapa, é que a matriz integra as áreas de RH e SST:
- O RH atua na dimensão humana, apoiando saúde mental, clima e engajamento.
- O SST atua na gestão de riscos, relatórios técnicos e cumprimento legal. A matriz cria uma linguagem comum entre essas áreas.
Ou seja, a solução da Mapa atua como um elo entre RH e SST: apoia o RH na dimensão humana (saúde mental, clima e engajamento) e, ao mesmo tempo, fortalece o trabalho do SST na gestão de riscos, com relatórios técnicos e foco no cumprimento legal.
Casos de uso da Matriz de Risco Psicossocial
De acordo com os cases e materiais:
- Indústria e logística → alta pressão por prazos, riscos de estresse e absenteísmo.
- Comércio e varejo → grande exposição a clientes, demandas emocionais.
- Tecnologia → riscos de burnout e sobrecarga cognitiva.
- Setor público e sindicatos → pressão social, riscos de assédio e sobrecarga burocrática.
- Consultorias de RH e SST → usam a matriz como diferencial competitivo em projetos para clientes.
Na prática, a matriz de risco da Mapa pode ser aplicada em diferentes setores e perfis de negócio: de grandes indústrias a pequenas empresas, passando por órgãos públicos e consultorias especializadas.
Confira a seguir como essa solução se adapta a cada realidade.
Consultorias de SST e RH
A matriz oferece uma solução escalável e pronta para entregar valor aos clientes. É possível aplicar o Inventário Psicossocial, gerar os dados e entregar a matriz de risco pronta para apresentação.
Indústrias e logística
Ambientes com alta exigência física e mental podem se beneficiar da priorização automática de setores mais críticos, otimizando intervenções com foco na prevenção de afastamentos.
Setor público e ONGs
A rastreabilidade histórica e a personalização por função são ideais para órgãos públicos, onde a diversidade de cargos exige uma leitura mais refinada.
PMEs
Mesmo as empresas com estrutura enxuta podem utilizar a matriz da Mapa para gerenciar riscos psicossociais com a mesma qualidade de grandes corporações — sem precisar dominar planilhas ou processos complexos.
Quais são os planos de ação sugeridos pela Matriz de Risco Psicossocial?
Nos anexos, a matriz mostra exemplos de planos por nível de risco:
- curto prazo: campanhas de saúde mental, pausas ativas, apoio psicológico;
- médio prazo: revisão de carga de trabalho, clareza de papéis, treinamento de líderes;
- longo prazo: políticas organizacionais de prevenção ao burnout, protocolos de retorno ao trabalho, cultura de bem-estar.
👉 Assim, o PGR deixa de ser apenas burocrático e se torna estratégico e preventivo.
A seguir, veja exemplos práticos de planos de ação sugeridos pela Matriz de Risco Psicossocial, organizados por prazo de execução e nível de prioridade.
Planos de ação de curto prazo
Foco: reduzir imediatamente riscos críticos e intoleráveis.
Exemplos práticos:
- Criar canais de escuta rápida (telefone de apoio, e-mail confidencial).
- Disponibilizar atendimento psicológico emergencial para grupos afetados.
- Promover rodas de conversa e pausas ativas para reduzir sobrecarga.
- Ajustar escalas e redistribuir tarefas em setores sobrecarregados.
- Treinamento emergencial de líderes para reconhecer sinais de adoecimento.
Esses planos têm impacto imediato e mostram que a empresa não é omissa diante de riscos críticos.
Planos de ação de médio prazo
Foco: atuar nas causas organizacionais dos riscos.
Exemplos práticos:
- Revisar políticas de carga de trabalho e jornada.
- Implementar programas de formação de lideranças saudáveis.
- Desenvolver iniciativas de valorização e reconhecimento dos empregados.
- Ampliar recursos e infraestrutura para melhorar o suporte organizacional.
- Estruturar protocolos de combate ao assédio moral e conflitos interpessoais.
Aqui, a empresa corrige fatores que alimentam o risco de forma constante, reduzindo a exposição dos trabalhadores.
Planos de ação de longo prazo
Foco: consolidar uma cultura organizacional de prevenção.
Exemplos práticos:
- Implementar políticas permanentes de saúde mental.
- Incluir indicadores psicossociais no relatório anual de sustentabilidade/ESG.
- Garantir programas contínuos de qualidade de vida (benefícios de saúde, apoio psicológico).
- Estabelecer parcerias estratégicas com consultorias especializadas.
- Integrar a gestão psicossocial ao PGR e ao planejamento estratégico da empresa.
O objetivo é tornar a saúde mental parte da estratégia de negócio, e não apenas uma resposta a crises.
Quais são os diferenciais da Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS?
- Integração com Inventário Psicossocial;
- Plataforma 100% digital (sem planilhas manuais);
- Validação científica;
- Conformidade com a LGPD;
- Relatórios claros e exportáveis;
- Histórico de evolução comparativo;
- Linguagem acessível para RH, SST e gestores.
Conheça a Matriz de Riscos Psicossociais da Mapa HDS
A matriz de riscos psicossociais não é apenas uma exigência normativa. É, acima de tudo, um instrumento de inteligência estratégica para promover saúde mental, prevenir adoecimentos e fortalecer a cultura organizacional.
Com a solução da Mapa HDS, é possível transformar dados em decisões, percepção em ação, e riscos em oportunidades de melhoria.
Assim, a empresa não apenas cumpre a lei, mas também:
✔ Cuida da saúde mental;
✔ Reduz custos e afastamentos;
✔ Fortalece a segurança jurídica;
✔ Constrói uma cultura de prevenção sustentável.
Chega de planilhas improvisadas. Chega de achismos.
💡 Conheça a Matriz de Riscos Psicossociais da Mapa HDS e leve sua gestão para o próximo nível.
👉 Saiba mais no site da Mapa HDS
Ainda tem dúvidas sobre o tema? Confira algumas respostas rápidas para você entender tudo que precisa!
FAQ
1. A Matriz substitui o Inventário Psicossocial?
Não. Isso porque o Inventário Psicossocial é responsável pela coleta de dados sobre fatores psicossociais, enquanto a Matriz de Risco Psicossocial é importante porque organiza essas informações, cruza probabilidade e severidade, gera um escore de risco e orienta a priorização das ações com base no nível de criticidade (aceitável → intolerável).
2. É obrigatória pela lei?
A legislação exige o processo: identificar, avaliar, priorizar e agir sobre os riscos psicossociais. Neste caso, a matriz funciona como evidência prática de que a empresa cumpre o que a NR-1 determina, com clareza, rastreabilidade e documentação auditável.
3. Posso usar planilhas?
Sim, mas não é o ideal. Isso porque planilhas manuais aumentam o risco de erros, dificultam o cruzamento dos dados e não garantem relatórios consistentes. O recomendado é usar uma ferramenta automatizada, integrada às rotinas de SST e RH, como a solução da Mapa HDS.
4. Quem pode usar a matriz?
Um dos diferenciais da Matriz de Risco Psicossocial da Mapa HDS é que a ferramenta pode ser utilizada por profissionais de RH, SST, consultorias especializadas e gestores de empresas de qualquer porte ou setor. É especialmente útil para integrar áreas, apoiar decisões e organizar os dados psicossociais de forma clara.
5. A matriz já vem com os planos de ação prontos?
A Matriz de Risco Psicossocial sugere planos de ação organizados por nível de risco (curto, médio e longo prazo), mas essas recomendações podem (e devem) ser adaptadas à realidade de cada empresa, considerando cultura interna, estrutura, políticas já existentes e contexto organizacional, por exemplo.
6. Quanto tempo leva para ver resultados?
Depende do nível de ação: em curto prazo, os efeitos são percebidos em semanas; em médio prazo, em alguns meses; e no longo prazo, os resultados envolvem mudanças culturais e estruturais, geralmente observadas em ciclos de um a dois anos, com ganhos sustentáveis.
7. Qual a diferença de curto x longo prazo?
Planos de curto prazo atuam diretamente nos riscos mais críticos, com ações emergenciais. Já os de longo prazo visam consolidar uma cultura preventiva, atuando nas causas organizacionais dos riscos para que eles não voltem a se repetir no futuro.
8. RH ou SST deve conduzir?
Ambos. A matriz cria uma ponte entre RH e SST, promovendo corresponsabilidade. Enquanto o RH cuida das dimensões humanas, como clima e engajamento, o SST atua na gestão técnica dos riscos e na conformidade com a legislação vigente, como a NR-1.
9. É aceita em auditorias?
Sim. A matriz da Mapa HDS gera relatórios exportáveis em PDF, com dados objetivos, indicadores auditáveis e planos de ação estruturados. Esses materiais servem como evidência concreta de conformidade com a NR-1 e facilitam auditorias, fiscalizações e processos de certificação.